Independently Published
Os TraCos De Voce: Poemas (Olympus) (Portuguese Edition)
Product Code:
9781520939124
ISBN13:
9781520939124
Condition:
New
$10.66
Os TraCos De Voce: Poemas (Olympus) (Portuguese Edition)
$10.66
19º livro publicado pelo autor, juntando-se a: 1. OS OCEANOS ENTRE NÓS 2. PaSSARO APEDREJADO 3. CABRaLIA 4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI 5. SOB O OLHAR DE NETUNO 6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE 7. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO 8. ATe A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE 9. EROTIQUE 10. NaO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ 11. ATe QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE 12. EROTIQUE 2 13. A CHUVA QUE A NOITE NaO VIU 14. A IMENSIDaO DE SUA AUSÊNCIA 15. SIMeTRICAS ? 200 SONETOS (OU COISA PARECIDA) DE AMOR (OU COISA PARECIDA?) 16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU 17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE 18. QUAL e O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ? a disposiçao no Clube de Autores e na Amazon, em versao impressa ou digital. Este livro, a exemplo dos anteriores ? a exceçao de ?SIMeTRICAS?, que tem 200 poemas ?, contem 50 poemas, sendo a maioria deles profundamente líricos e românticos de cortar o coraçao, de fazer sonhar, ou de pura nostalgia, marcas registradas do autor. Alguns trechos: Assim e a vida, / Entre partidas e chegadas, / Risos e prantos, / Ódio e amor, / Divino e humano...? ?Andei seguindo os seus passos, / Em vao buscando os seus traços, / Mas nada encontrei, / E sem você, nada sei, / Sou uma fagulha perdida no ar, / Um barco sem GPS no mar, / Um triste verso sem rima, / Um salmao a saltar rio acima, / Buscando transpor um penhasco!? ?Foi em setembro / Que eu te conheci, / Numa linda e fresca manha, / Qual era o dia nao me lembro, / Mas nunca mais esqueci / O teu perfume Pierre Cardin...? ?Algumas andarilhas voltam atras, / Atras da primavera que nao viram chegar, / Mas isto nao lhes devolve a paz, / Pois o amor e instavel, sempre a se reinventar,? ?As palavras ficaram presas na boca, tantas vezes, / Mas nunca te disse o quanto te amo, / Fiquei perto de confessar, nesses últimos meses, / Que acordo no escuro e sempre te chamo, / Como se estivesses ao meu alcance, / E nao a essa distância maldita, / Como se houvesse alguma chance / De cultivarmos uma paixao infinita...? ?E quando chegas bem próxima, ao meu alcance, / Corres para mim, e te aninhas entre os meus braços, / E docemente me beijas, tal como antes, / Fazendo com que o meu coraçao de novo balance, / Como se fosse por magica, remendando os pedaços, / Apertando contra meu peito teus seios arfantes? / Tomara que nao seja um sonho, pois nao suportaria, / Depois de tanto sofrimento, te ver desaparecendo, / Como se fosse um fantasma que me fizesse uma visita, / E sumisse de novo, apagando toda essa alegria / Que sinto, quando de novo em meus braços te prendo, / E te cubro de beijos, revivendo essa paixao infinita...? ?Por isto, te deixo seguir pelos ares, / Atras de manhas e segredos, / Tristemente te vejo a escapares, / Diafana, por entre meus dedos? / E segues em frente, espalhando tua candura, / Atraves dos ceus, florestas e mares, / Deixando este poeta órfao de tua alma pura, / E te vais, para nunca mais voltares!? ??Decifra-me ou te devoro?, / Disse a esfinge ao poeta! / E, sem suar por nenhum poro, / Ele respondeu: ?Singela meta! / Meu ofício e procurar rimas / Para versos bem complicados, / Sera moleza decifrar enigmas / De uma esfinge com pes quebrados! / Dizei-me, astuto ser mitológico, / Que queres que eu te decifre??? ?O que me faz sonhar contigo / Talvez seja essa boca carnuda, / Ou quem sabe o sorriso encantador, / Pode ser esse teu adoravel umbigo, / Mas acho que e essa paixao aguda, / Que os homens chamam de amor...? ?Se acaso por aí algum dia me encontrares, / Faças como se nao me viste, como sempre fizeste, / Como se eu fosse o rei dos lupanares, / Ou um amaldiçoado mensageiro da peste!? ?O primeiro beijo nao se esquece, / E assim aconteceu com nós dois, / Ha tanto tempo, que hoje parece / Que nao houve o que veio depois! / eramos tao unidos, como aconteceu / A avalanche que soterrou nossa paixao, / A confiança que num instante se perdeu, / O desatino que nos condenou a solidao?? ?Por que quando acordo de nada me lembro, / Mas minhas roupas estao sempre em farrapos? / Por que o ano todo, de janeiro a dezembro, / Minhas lembranças noturnas sao apenas fiapos?? ?Ilusões feridas sao traiçoeiras, / E espreitam pelas fechaduras, / Ficam espiando, sorrateiras, / Segredos pelas noites escuras...? ?Quem sera aquela linda pirata, / Com uma espada na cintura, / E esse olhar que me arrebata, / E me convida a uma aventura? / E aquela vestida de princesa, / Com sua linda cabeleira vermelha, / E aqueles olhos cor de turquesa, / Nos quais enxergo uma centelha?? ?Você para mim pouco importa, / Se quiser, pode ir ate para Marte, / Pensar em você, meu tesao ate corta, / Do time de seus fas, nao faço parte!? ?Encontrei um verso perdido, / Numa esquina em que Drummond andava, / Recolhi o triste verso, ali caído, / Guardei-o e levei-o para a casa onde morava.? ?Foi apenas uma vez, mas inesquecível, / Nunca mais conseguirei esquecer aquela tarde, / Daquele desejo imenso, quase impossível, / Tao grande que, só de lembrar, meu corpo arde!? ?Sera que o amor viraria essa neurose, / Essa obsessao em minha psiquê? / E mentalizo essa metamorfose, / E por onde vou, fico vendo você?? ?A força desse amor me atropela, / E aos poucos me leva ao hospício, / A distância de você me congela, / Vivermos longe assim e um suplício!? ?Essas tuas sensuais meias pretas, / Que parecem uma rede nas pernas, / Circundam o lugar onde nascem cometas, / Provocando-me fantasias eternas! / E aí, vens e me prendes com algemas, / Sem que eu possa ter qualquer reaçao, / Por mais que me abraces e gemas, / Nos rastros de tua ardente paixao!? ?E quando em nossa cama chega a manha, / Depois de uma noite de lindas batalhas, / Brilha em teu olhar a linda Aldebaran, / Que derrubou todas as minhas muralhas...? ?Nao, por favor, nao me beije ainda, / Deixe-me escrever um último verso, / Onde confesso que você e a coisa mais linda, / Que ja apareceu em qualquer Universo!? ?Tentes esquecer nossas noites / De sexo e puras delícias, / Entre afagos e açoites, / Entre algemas e carícias? / Tentes esquecer nossas tardes / De paixao, vinho e loucuras, / Na cama em que sempre ardes / Com os nossos beijos e juras...? ?Encha-me de beijos calidos, / Minha tristeza suavemente extirpe, / E amemo-nos ate ficarmos palidos, / Nessa nossa paixao de fina estirpe! / E a noite, depois de tanto amor, / Quando ja estivermos lassos, / E minha boca cheia de seu sabor, / Aperte-me ainda mais em seus laços...? ?Ao ver os olhos vazios da abnegada esposa, / Tao vazios quanto a sua velha carteira, / Ajoelha-se, e reza aos ceus uma prece, / Mas o destino e uma ardilosa raposa, / Tao cruel e insensível quanto matreira, / Amarrando as teias que a vida tece...? ?Em meu corpo, habitam mitos e quimeras, / Invernos e verões, / Outonos e primaveras, / Restos de antigas paixões? / Em minha mente, vagam versos e canções, / Estrelas e madrugadas, / Princesas e dragões, / Reinos encantados e fadas...? ?Queria nao me importar contigo, / Mas me importo? e muito! / Queria te deixar de castigo, / Mas seria só um caso fortuito,? ?Mas como e que apago uma miragem, / Se você chega quando bem entende, / Sem nunca carregar nenhuma bagagem, / E se meu coraçao a você se rende?? ?Adeus, nao quero vê-la outra vez, / Em nosso último jogo, nao houve empate, / Pois esse derradeiro jogo de xadrez / Foi a única vez em que lhe dei xeque-mate!? ?Ja cansei de buscar agua nesse deserto, / e bem mais facil encontra-la no Saara! / e como enfrentar um pesadelo desperto, / Ou uma bala que alguem lhe dispara!? ?Que saudade estava dos teus beijos calidos, / Do toque suave de tuas maos nas minhas, / E envolvendo meus cabelos entre teus dedos, / Tua beleza alimentando meus versos esqualidos, / E beijos que curam lembranças mesquinhas, / Beijos que acalentam novos lindos segredos...? ?E pergunta meu lado indagador: / Neste mundo, tao cheio de veneno, / Como pode caber tanto amor / Num coraçao tao pequeno?? ?Por que nunca nos deixam os amores perdidos, / Que ficam sempre a assombrar nossas vidas, / Que as vezes vêm, e nos entorpecem os sentidos, / Para que servem essas lembranças suicidas?? ?Olhe fundo em meus olhos, conte-me tudo, / Diga-me detalhes de sua vida passada, / Fale-me de seus sonhos, baixe o escudo, / Sej
| Author: Marcos Avelino Martins |
| Publisher: Independently published |
| Publication Date: Mar 27, 2017 |
| Number of Pages: 100 pages |
| Language: Portuguese |
| Binding: Paperback/Religion |
| ISBN-10: 1520939124 |
| ISBN-13: 9781520939124 |