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Independently Published
Jesus e Judas: O Messias Cristão e o Discípulo que o Traiu
Product Code:
9798575036654
ISBN13:
9798575036654
Condition:
New
$16.58
A hist?ria da vida de Jesus de Nazar?, considerado por bilh?es de crist?os o Messias profetizado no Antigo Testamento da B?blia, ? talvez a mais famosa da hist?ria. Descrito em detalhes no Novo Testamento, Jesus vem de ra?zes divinas, mas humildes, nascido em uma manjedoura de uma jovem, mas com o tempo ele lidera um fervoroso s?quito conforme contos de seus milagres se espalham pela Terra Santa.
Alguns dos detalhes s?o vividamente descritos e instantaneamente familiares. Jesus anuncia o iminente governo de Deus, o tempo em que o verdadeiro dono deste mundo intervir? decisivamente na hist?ria de Israel para consertar todos os erros de uma vez por todas. Ele deixa suas pegadas ? beira do lago. Ele n?o tem sapatos, assim como a multid?o de despossu?dos atr?s dele; ele n?o carrega uma bolsa de dinheiro, nem mesmo uma vara. Ele n?o ? seguido pelos pobres, j? que a maioria das pessoas aqui vive na pobreza e se ressente em todos os sentidos do processo invasivo de urbaniza??o em grande escala que o Imp?rio Romano trouxe a Israel; ele ? seguido pelos despossu?dos, pelo povo que n?o tem mais nada, exceto suas d?vidas, a carga tribut?ria e a viol?ncia institucionalizada que tirou seus meios de vida, deixando-os sem nem mesmo um lugar para descansar. Eles evitam as estradas cheias de rebeldes armados que h? anos resistem ? Pax Romana, e seguem um l?der que se autoproclamou Filho de Deus em todo o Imp?rio.
Claro, um aspecto central da vida de Jesus ? a situa??o em Israel e seu conflito cont?nuo com Roma, que ajudou a compelir e inspirar os judeus a buscarem um salvador que os livraria de seus inimigos. O pa?s est? desmembrado e esconde renegados religiosos no deserto, esperando dentro das cavernas para a batalha final contra Roma. A efervesc?ncia apocal?ptica nunca foi t?o intensa em Israel como agora. Jesus fala por par?bolas e as representa, e elas s?o compreens?veis aos ouvidos e olhos de judeus do primeiro s?culo. Suas palavras certamente n?o falam de ren?ncia ou de uma vida futura no c?u, mas de um plano, de um programa. Seus aforismos n?o exigem bom comportamento ou contempla??o espiritual, como o de Buda. Eles falam de julgamento, primeiro, e depois da restaura??o de Israel, embora talvez n?o da maneira que seus ouvintes esperam. Ele compara seu movimento com o da mostarda, perniciosa esp?cie bot?nica que os naturalistas latinos descrevem como uma praga destruidora, pois invade terras agr?colas e atrai p?ssaros, destruindo assim as planta??es. Ele compara o Reino de Deus com o fermento, que fica escondido dentro do p?o at? o momento decisivo, quando n?o pode mais ser ignorado. Fala preferencialmente aos mais baixos dos baixos, aos ningu?ns: as prostitutas, as crian?as, os leprosos e os mendigos, e pede-lhes que se preparem, vigiem e fiquem alertas aos sinais.
Mesmo algu?m com um conhecimento casual da B?blia reconhecer? o nome de Judas Iscariotes. Conhecido como o disc?pulo que traiu Jesus, o Messias, com um beijo, Judas se tornou sin?nimo de trai??o e engano. O mais famoso dos ap?stolos, Judas passa de verdadeiro seguidor a um traidor que aparentemente sacrifica a causa em benef?cio pessoal. N?o ? de surpreender que os nomes dos outros disc?pulos apare?am nos registros de nascimento de todo o mundo, exceto Judas, cujo nome ainda ? associado ? suspeita e at? ao medo.
Nem ? preciso dizer que Judas ? um personagem interessante no desenvolvimento da hist?ria da salva??o. Sua pessoa, seu ato de trai??o e at? mesmo sua substitui??o foram preditos pelos profetas do Antigo Testamento, que alguns estudiosos da B?blia tomam como evid?ncia de que Judas foi condenado desde o in?cio a ser o traidor e n?o teve escolha. Mas, ao olhar mais de perto a hist?ria, o leitor ver? v?rios pontos ao longo do caminho, at? o momento do beijo final, em que Jesus deu a Judas a oportunidade de se arrepender.
Alguns dos detalhes s?o vividamente descritos e instantaneamente familiares. Jesus anuncia o iminente governo de Deus, o tempo em que o verdadeiro dono deste mundo intervir? decisivamente na hist?ria de Israel para consertar todos os erros de uma vez por todas. Ele deixa suas pegadas ? beira do lago. Ele n?o tem sapatos, assim como a multid?o de despossu?dos atr?s dele; ele n?o carrega uma bolsa de dinheiro, nem mesmo uma vara. Ele n?o ? seguido pelos pobres, j? que a maioria das pessoas aqui vive na pobreza e se ressente em todos os sentidos do processo invasivo de urbaniza??o em grande escala que o Imp?rio Romano trouxe a Israel; ele ? seguido pelos despossu?dos, pelo povo que n?o tem mais nada, exceto suas d?vidas, a carga tribut?ria e a viol?ncia institucionalizada que tirou seus meios de vida, deixando-os sem nem mesmo um lugar para descansar. Eles evitam as estradas cheias de rebeldes armados que h? anos resistem ? Pax Romana, e seguem um l?der que se autoproclamou Filho de Deus em todo o Imp?rio.
Claro, um aspecto central da vida de Jesus ? a situa??o em Israel e seu conflito cont?nuo com Roma, que ajudou a compelir e inspirar os judeus a buscarem um salvador que os livraria de seus inimigos. O pa?s est? desmembrado e esconde renegados religiosos no deserto, esperando dentro das cavernas para a batalha final contra Roma. A efervesc?ncia apocal?ptica nunca foi t?o intensa em Israel como agora. Jesus fala por par?bolas e as representa, e elas s?o compreens?veis aos ouvidos e olhos de judeus do primeiro s?culo. Suas palavras certamente n?o falam de ren?ncia ou de uma vida futura no c?u, mas de um plano, de um programa. Seus aforismos n?o exigem bom comportamento ou contempla??o espiritual, como o de Buda. Eles falam de julgamento, primeiro, e depois da restaura??o de Israel, embora talvez n?o da maneira que seus ouvintes esperam. Ele compara seu movimento com o da mostarda, perniciosa esp?cie bot?nica que os naturalistas latinos descrevem como uma praga destruidora, pois invade terras agr?colas e atrai p?ssaros, destruindo assim as planta??es. Ele compara o Reino de Deus com o fermento, que fica escondido dentro do p?o at? o momento decisivo, quando n?o pode mais ser ignorado. Fala preferencialmente aos mais baixos dos baixos, aos ningu?ns: as prostitutas, as crian?as, os leprosos e os mendigos, e pede-lhes que se preparem, vigiem e fiquem alertas aos sinais.
Mesmo algu?m com um conhecimento casual da B?blia reconhecer? o nome de Judas Iscariotes. Conhecido como o disc?pulo que traiu Jesus, o Messias, com um beijo, Judas se tornou sin?nimo de trai??o e engano. O mais famoso dos ap?stolos, Judas passa de verdadeiro seguidor a um traidor que aparentemente sacrifica a causa em benef?cio pessoal. N?o ? de surpreender que os nomes dos outros disc?pulos apare?am nos registros de nascimento de todo o mundo, exceto Judas, cujo nome ainda ? associado ? suspeita e at? ao medo.
Nem ? preciso dizer que Judas ? um personagem interessante no desenvolvimento da hist?ria da salva??o. Sua pessoa, seu ato de trai??o e at? mesmo sua substitui??o foram preditos pelos profetas do Antigo Testamento, que alguns estudiosos da B?blia tomam como evid?ncia de que Judas foi condenado desde o in?cio a ser o traidor e n?o teve escolha. Mas, ao olhar mais de perto a hist?ria, o leitor ver? v?rios pontos ao longo do caminho, at? o momento do beijo final, em que Jesus deu a Judas a oportunidade de se arrepender.
Author: Charles River |
Publisher: Independently Published |
Publication Date: Dec 01, 2020 |
Number of Pages: 74 pages |
Binding: Paperback or Softback |
ISBN-10: NA |
ISBN-13: 9798575036654 |
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Jesus e Judas: O Messias Cristão e o Discípulo que o Traiu
$16.58
A hist?ria da vida de Jesus de Nazar?, considerado por bilh?es de crist?os o Messias profetizado no Antigo Testamento da B?blia, ? talvez a mais famosa da hist?ria. Descrito em detalhes no Novo Testamento, Jesus vem de ra?zes divinas, mas humildes, nascido em uma manjedoura de uma jovem, mas com o tempo ele lidera um fervoroso s?quito conforme contos de seus milagres se espalham pela Terra Santa.
Alguns dos detalhes s?o vividamente descritos e instantaneamente familiares. Jesus anuncia o iminente governo de Deus, o tempo em que o verdadeiro dono deste mundo intervir? decisivamente na hist?ria de Israel para consertar todos os erros de uma vez por todas. Ele deixa suas pegadas ? beira do lago. Ele n?o tem sapatos, assim como a multid?o de despossu?dos atr?s dele; ele n?o carrega uma bolsa de dinheiro, nem mesmo uma vara. Ele n?o ? seguido pelos pobres, j? que a maioria das pessoas aqui vive na pobreza e se ressente em todos os sentidos do processo invasivo de urbaniza??o em grande escala que o Imp?rio Romano trouxe a Israel; ele ? seguido pelos despossu?dos, pelo povo que n?o tem mais nada, exceto suas d?vidas, a carga tribut?ria e a viol?ncia institucionalizada que tirou seus meios de vida, deixando-os sem nem mesmo um lugar para descansar. Eles evitam as estradas cheias de rebeldes armados que h? anos resistem ? Pax Romana, e seguem um l?der que se autoproclamou Filho de Deus em todo o Imp?rio.
Claro, um aspecto central da vida de Jesus ? a situa??o em Israel e seu conflito cont?nuo com Roma, que ajudou a compelir e inspirar os judeus a buscarem um salvador que os livraria de seus inimigos. O pa?s est? desmembrado e esconde renegados religiosos no deserto, esperando dentro das cavernas para a batalha final contra Roma. A efervesc?ncia apocal?ptica nunca foi t?o intensa em Israel como agora. Jesus fala por par?bolas e as representa, e elas s?o compreens?veis aos ouvidos e olhos de judeus do primeiro s?culo. Suas palavras certamente n?o falam de ren?ncia ou de uma vida futura no c?u, mas de um plano, de um programa. Seus aforismos n?o exigem bom comportamento ou contempla??o espiritual, como o de Buda. Eles falam de julgamento, primeiro, e depois da restaura??o de Israel, embora talvez n?o da maneira que seus ouvintes esperam. Ele compara seu movimento com o da mostarda, perniciosa esp?cie bot?nica que os naturalistas latinos descrevem como uma praga destruidora, pois invade terras agr?colas e atrai p?ssaros, destruindo assim as planta??es. Ele compara o Reino de Deus com o fermento, que fica escondido dentro do p?o at? o momento decisivo, quando n?o pode mais ser ignorado. Fala preferencialmente aos mais baixos dos baixos, aos ningu?ns: as prostitutas, as crian?as, os leprosos e os mendigos, e pede-lhes que se preparem, vigiem e fiquem alertas aos sinais.
Mesmo algu?m com um conhecimento casual da B?blia reconhecer? o nome de Judas Iscariotes. Conhecido como o disc?pulo que traiu Jesus, o Messias, com um beijo, Judas se tornou sin?nimo de trai??o e engano. O mais famoso dos ap?stolos, Judas passa de verdadeiro seguidor a um traidor que aparentemente sacrifica a causa em benef?cio pessoal. N?o ? de surpreender que os nomes dos outros disc?pulos apare?am nos registros de nascimento de todo o mundo, exceto Judas, cujo nome ainda ? associado ? suspeita e at? ao medo.
Nem ? preciso dizer que Judas ? um personagem interessante no desenvolvimento da hist?ria da salva??o. Sua pessoa, seu ato de trai??o e at? mesmo sua substitui??o foram preditos pelos profetas do Antigo Testamento, que alguns estudiosos da B?blia tomam como evid?ncia de que Judas foi condenado desde o in?cio a ser o traidor e n?o teve escolha. Mas, ao olhar mais de perto a hist?ria, o leitor ver? v?rios pontos ao longo do caminho, at? o momento do beijo final, em que Jesus deu a Judas a oportunidade de se arrepender.
Alguns dos detalhes s?o vividamente descritos e instantaneamente familiares. Jesus anuncia o iminente governo de Deus, o tempo em que o verdadeiro dono deste mundo intervir? decisivamente na hist?ria de Israel para consertar todos os erros de uma vez por todas. Ele deixa suas pegadas ? beira do lago. Ele n?o tem sapatos, assim como a multid?o de despossu?dos atr?s dele; ele n?o carrega uma bolsa de dinheiro, nem mesmo uma vara. Ele n?o ? seguido pelos pobres, j? que a maioria das pessoas aqui vive na pobreza e se ressente em todos os sentidos do processo invasivo de urbaniza??o em grande escala que o Imp?rio Romano trouxe a Israel; ele ? seguido pelos despossu?dos, pelo povo que n?o tem mais nada, exceto suas d?vidas, a carga tribut?ria e a viol?ncia institucionalizada que tirou seus meios de vida, deixando-os sem nem mesmo um lugar para descansar. Eles evitam as estradas cheias de rebeldes armados que h? anos resistem ? Pax Romana, e seguem um l?der que se autoproclamou Filho de Deus em todo o Imp?rio.
Claro, um aspecto central da vida de Jesus ? a situa??o em Israel e seu conflito cont?nuo com Roma, que ajudou a compelir e inspirar os judeus a buscarem um salvador que os livraria de seus inimigos. O pa?s est? desmembrado e esconde renegados religiosos no deserto, esperando dentro das cavernas para a batalha final contra Roma. A efervesc?ncia apocal?ptica nunca foi t?o intensa em Israel como agora. Jesus fala por par?bolas e as representa, e elas s?o compreens?veis aos ouvidos e olhos de judeus do primeiro s?culo. Suas palavras certamente n?o falam de ren?ncia ou de uma vida futura no c?u, mas de um plano, de um programa. Seus aforismos n?o exigem bom comportamento ou contempla??o espiritual, como o de Buda. Eles falam de julgamento, primeiro, e depois da restaura??o de Israel, embora talvez n?o da maneira que seus ouvintes esperam. Ele compara seu movimento com o da mostarda, perniciosa esp?cie bot?nica que os naturalistas latinos descrevem como uma praga destruidora, pois invade terras agr?colas e atrai p?ssaros, destruindo assim as planta??es. Ele compara o Reino de Deus com o fermento, que fica escondido dentro do p?o at? o momento decisivo, quando n?o pode mais ser ignorado. Fala preferencialmente aos mais baixos dos baixos, aos ningu?ns: as prostitutas, as crian?as, os leprosos e os mendigos, e pede-lhes que se preparem, vigiem e fiquem alertas aos sinais.
Mesmo algu?m com um conhecimento casual da B?blia reconhecer? o nome de Judas Iscariotes. Conhecido como o disc?pulo que traiu Jesus, o Messias, com um beijo, Judas se tornou sin?nimo de trai??o e engano. O mais famoso dos ap?stolos, Judas passa de verdadeiro seguidor a um traidor que aparentemente sacrifica a causa em benef?cio pessoal. N?o ? de surpreender que os nomes dos outros disc?pulos apare?am nos registros de nascimento de todo o mundo, exceto Judas, cujo nome ainda ? associado ? suspeita e at? ao medo.
Nem ? preciso dizer que Judas ? um personagem interessante no desenvolvimento da hist?ria da salva??o. Sua pessoa, seu ato de trai??o e at? mesmo sua substitui??o foram preditos pelos profetas do Antigo Testamento, que alguns estudiosos da B?blia tomam como evid?ncia de que Judas foi condenado desde o in?cio a ser o traidor e n?o teve escolha. Mas, ao olhar mais de perto a hist?ria, o leitor ver? v?rios pontos ao longo do caminho, at? o momento do beijo final, em que Jesus deu a Judas a oportunidade de se arrepender.
Author: Charles River |
Publisher: Independently Published |
Publication Date: Dec 01, 2020 |
Number of Pages: 74 pages |
Binding: Paperback or Softback |
ISBN-10: NA |
ISBN-13: 9798575036654 |