Independently Published
A morte do pecado e a natureza humana: Vol I - A gesta??o do divino
Product Code:
9798676195557
ISBN13:
9798676195557
Condition:
New
$19.84
A morte do pecado e a natureza humana: Vol I - A gesta??o do divino
$19.84
Se voc? gostou ou odiou "O c?digo Da Vinci" de Dan Brown, vai gostar ou odiar "A morte do pecado e a natureza humana" de Walant Froli 100 vezes mais. Principalmente os volumes 3 e 4.
O perfil existencialista de Sean
Sean n?o se lembra de exatamente quantos anos tinha, na ?poca em que, ainda muito jovem, costumava questionar-se sobre sua exist?ncia. Frequentemente suspeitava de que o mundo inteiro estivesse espreitando-o, como se todos ? sua volta soubessem quem ele era e fingiam o contr?rio. Trinta anos antes, poderia ter escrito O show de Truman, uma hist?ria que virou filme, em que o ator Jim Carey desempenhou o papel de um cara que come?ou a desconfiar do seu dia a dia numa pequena cidade e finalmente descobriu que tudo nada mais era do que uma encena??o, com todos ao seu redor representando, exceto ele. ? medida que Sean ia se tornando mais adulto, esse estranho sentimento proporcionalmente ia tamb?m se atenuando, at? porque suas rotinas e ocupa??es com trabalho e estudo n?o lhe permitiam despender tempo com essas frivolidades existenciais. Planejar um futuro melhor naquele momento era a prioridade. Como sempre, a pressa para tudo era uma constante na sua vida, pois precisava alcan?ar os objetivos de forma a atender ?s urg?ncias dos compromissos assumidos e constantemente exigidos nos seus ambicionados projetos educacionais e profissionais. Contudo, n?o reclamava, em vez disso, agradecia pelo fato de nunca ter passado por situa??es adversas extremas at? aquele momento. Num curto per?odo de tempo, logo ap?s se casar, a rela??o esposo-esposa j? se apresentou desgastada. A separa??o veio mais cedo do que o esperado, juntamente com a decep??o. Buscou paix?o e amor longe de um lar que havia constru?do, com a finalidade de encontrar felicidade e lazer. Via grandes qualidades na esposa como dona de casa e m?e, sua imaturidade n?o lhe permitia entender como uma mulher podia perceber tanta virilidade no marido e n?o corresponder ? altura. Casos amorosos fora do lar eram as melhores solu??es contra desequil?brios hormonais, evitando ainda mais decep??es com seu casamento durante os per?odos de eleva??o da testosterona, j? prevendo que o lar era o ?ltimo lugar para procurar satisfa??o. Apesar de perceber que todo aquele comportamento n?o era correto, a lux?ria falava mais alto, deixando-o cego at? que a satisfa??o sexual enfim se consumasse. Talvez fosse sexualmente viciado, mas sempre se esfor?ou para que isso n?o tomasse um vulto doentio. Apesar das p?ssimas circunst?ncias que levaram seu casamento ao fracasso e do fato de que seus antigos e estranhos sentimentos existenciais pareciam estar emergindo, Sean manteve-se criterioso e controlador para n?o deixar transparecer o que de fato se passava em seu interior. Era naturalmente participativo no conv?vio social e familiar, aparentemente, como qualquer pessoa normal. Certos tipos de hipocrisia eram definitivamente condenados, especialmente aqueles que desviavam as pessoas de fazer coisas boas usando o nome de Deus. Ele achava que o correto seria que as religi?es, por meio de seus ensinamentos, agissem diretamente nas atitudes dos homens em benef?cio de toda a humanidade, mas de forma efetiva, imediata ou em curto prazo, porque o mundo est? se acabando em guerra, fome e mis?ria internacional, enquanto padres, papas, pastores, bispos, enfim, uma gama de l?deres religiosos deleita-se em luxos e farturas nos seus templos. Com todo o devido respeito, n?o bastava apenas dizer-se seguidor ou pregar os ensinamentos religiosos, mas agir imediatamente, pois enquanto uma decis?o para levar ajuda a necessitados, seguia um caminho burocr?tico, nada efetivo era feito para que os objetivos fossem atingidos e muitos infelizmente n?o tinham a sorte de receber essa ajuda a tempo. ? assim que nossa hist?ria come?a, sobre algu?m que n?o se ilude com a entrada no Reino dos C?us, n
O perfil existencialista de Sean
Sean n?o se lembra de exatamente quantos anos tinha, na ?poca em que, ainda muito jovem, costumava questionar-se sobre sua exist?ncia. Frequentemente suspeitava de que o mundo inteiro estivesse espreitando-o, como se todos ? sua volta soubessem quem ele era e fingiam o contr?rio. Trinta anos antes, poderia ter escrito O show de Truman, uma hist?ria que virou filme, em que o ator Jim Carey desempenhou o papel de um cara que come?ou a desconfiar do seu dia a dia numa pequena cidade e finalmente descobriu que tudo nada mais era do que uma encena??o, com todos ao seu redor representando, exceto ele. ? medida que Sean ia se tornando mais adulto, esse estranho sentimento proporcionalmente ia tamb?m se atenuando, at? porque suas rotinas e ocupa??es com trabalho e estudo n?o lhe permitiam despender tempo com essas frivolidades existenciais. Planejar um futuro melhor naquele momento era a prioridade. Como sempre, a pressa para tudo era uma constante na sua vida, pois precisava alcan?ar os objetivos de forma a atender ?s urg?ncias dos compromissos assumidos e constantemente exigidos nos seus ambicionados projetos educacionais e profissionais. Contudo, n?o reclamava, em vez disso, agradecia pelo fato de nunca ter passado por situa??es adversas extremas at? aquele momento. Num curto per?odo de tempo, logo ap?s se casar, a rela??o esposo-esposa j? se apresentou desgastada. A separa??o veio mais cedo do que o esperado, juntamente com a decep??o. Buscou paix?o e amor longe de um lar que havia constru?do, com a finalidade de encontrar felicidade e lazer. Via grandes qualidades na esposa como dona de casa e m?e, sua imaturidade n?o lhe permitia entender como uma mulher podia perceber tanta virilidade no marido e n?o corresponder ? altura. Casos amorosos fora do lar eram as melhores solu??es contra desequil?brios hormonais, evitando ainda mais decep??es com seu casamento durante os per?odos de eleva??o da testosterona, j? prevendo que o lar era o ?ltimo lugar para procurar satisfa??o. Apesar de perceber que todo aquele comportamento n?o era correto, a lux?ria falava mais alto, deixando-o cego at? que a satisfa??o sexual enfim se consumasse. Talvez fosse sexualmente viciado, mas sempre se esfor?ou para que isso n?o tomasse um vulto doentio. Apesar das p?ssimas circunst?ncias que levaram seu casamento ao fracasso e do fato de que seus antigos e estranhos sentimentos existenciais pareciam estar emergindo, Sean manteve-se criterioso e controlador para n?o deixar transparecer o que de fato se passava em seu interior. Era naturalmente participativo no conv?vio social e familiar, aparentemente, como qualquer pessoa normal. Certos tipos de hipocrisia eram definitivamente condenados, especialmente aqueles que desviavam as pessoas de fazer coisas boas usando o nome de Deus. Ele achava que o correto seria que as religi?es, por meio de seus ensinamentos, agissem diretamente nas atitudes dos homens em benef?cio de toda a humanidade, mas de forma efetiva, imediata ou em curto prazo, porque o mundo est? se acabando em guerra, fome e mis?ria internacional, enquanto padres, papas, pastores, bispos, enfim, uma gama de l?deres religiosos deleita-se em luxos e farturas nos seus templos. Com todo o devido respeito, n?o bastava apenas dizer-se seguidor ou pregar os ensinamentos religiosos, mas agir imediatamente, pois enquanto uma decis?o para levar ajuda a necessitados, seguia um caminho burocr?tico, nada efetivo era feito para que os objetivos fossem atingidos e muitos infelizmente n?o tinham a sorte de receber essa ajuda a tempo. ? assim que nossa hist?ria come?a, sobre algu?m que n?o se ilude com a entrada no Reino dos C?us, n
| Author: Marcel Paulo Marques de Oliveira |
| Publisher: Independently Published |
| Publication Date: 44060 |
| Number of Pages: 306 pages |
| Binding: Fiction |
| ISBN-10: |
| ISBN-13: 9798676195557 |